NRC#082

Me Chama De Gato Que Eu Sou SUA

Ana Frango Elétrico

Garanta na sua coleção o vencedor do prêmio de Disco do Ano de 2023 pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA).

Um dos maiores nomes da nova geração da música brasileira, Ana, que além de cantar e assumir as teclas, encabeça a produção da obra, reuniu um time de peso para esta gravação: Alberto Continentino, Guilherme Lirio, Sérgio Machado “Plim” e Thomás Jagoda. Há participações de Dora Morelenbaum, Lux Ferreira e Thomas Harres, além do feat com o rapper JOCA. 

O primeiro single do disco, “Electric Fish”, rendeu a indicação na categoria de Melhor Música Alternativa no Womens Music Event. Ana expande seu inconfundível vocabulário musical com influências do house e da dance music e realiza a fusão entre o indie rock, a MPB e o funk. 

KIT EXCLUSIVO:
LP PRETO + REVISTA NOIZE #146

PREVISÃO DE ENVIO:
MAIO/ 2023

TRACKLIST

O DISCO DO ANO DE 2023 SEGUNDO A ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRÍTICOS DE ARTE


Ana Frango Elétrico reuniu um time de peso para a gravação: Alberto Continentino, no baixo, Guilherme Lirio, na guitarra, Sérgio Machado “Plim”, na bateria, e Thomás Jagoda, nos sintetizadores. Ana mesmo, além de cantar, assume as teclas e encabeça a produção musical da obra. O álbum ainda conta com participações pontuais, como de Dora Morelenbaum, Lux FerreiraeThomas Harres, além do feat com o rapper JOCA. Debruçando-se sobre uma sonoridade setentista e oitentista, Ana expande seu inconfundível vocabulário musical com influências do house e da dance music, além da já conhecida fusão que realiza entre o indie rock, a MPB e o funk. O primeiro single do álbum, “Electric Fish”, rendeu à Ana a indicação na categoria de Melhor Música Alternativa no Womens Music Event.

UM DOS MAIORES NOMES DA NOVA GERAÇÃO DA MÚSICA BRASILEIRA


Arranjos carregados, nos quais os sintetizadores têm papel central, são complementados por sopros e, mais pontualmente, naipe de cordas. Além de composições de Ana, solo ou com Vovô Bebê e Marina Nemésio, Me Chama de Gato Que Sou Sua possui músicas de Sophia Chablau, Rubinho Jacobina, Vitor Conduru e Bruno Cosentino. Com letras em português e inglês (característica que já se tornou uma marca de Ana), as canções românticas trazem à tona a tentativa de retratar uma perspectiva de afetividade queer. As fronteiras de gênero são dissolvidas, através das palavras, da mesma forma que o são através da música e da existência do artista: “Nossa, delu, dela, dele, minha, sua/ Quem eu era?/ Eu era algo em torno dela”. 

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